Os golfinhos são úteis na terapia de crianças com comportamentos autistas, síndrome de down e com atrasos psicomotores. Várias crianças já recorreram a este tratamento em diversas partes do mundo, como na Espanha, Irlanda; Estados Unidos e mais recentemente em Portugal, no estuário do Sado. Os resultados são visíveis, embora não cientificamente comprovados.
A maioria dos terapeutas e biólogos concordam que a interação com os golfinhos favorece pessoas com problemas de saúde mental, depressão ou stress, mas os progressos têm de ser documentados e analisados individualmente. Alguns cientistas ficaram perplexos quando um dos golfinhos utilizados para a terapia na Florida, sempre identificava o ponto do corpo do paciente na piscina que precisava de atenção. Outro relato impressionante foi sobre uma senhora que se encontrava numa piscina com golfinhos e era continuamente empurrada para fora da piscina. Alguns minutos mais tarde, ela entrou emcolapso, com dores. No hospital descobriu-se que ela tinha uma hemorragia interna, que os golfinhos muito provavelmente haviam detectado. Como não tinha mais ninguém por perto na piscina e a distância entre a linha de água e a borda da piscina era grande, os golfinhos tentaram a todo custo impedi-la de ficar na piscina e assim salvaram-lhe a vida.
O ponto mais polêmico entre biólogos e terapeutas incide no benefício do sonar no tratamento das crianças com deficiências.
O sonar é um feixe de energia que os golfinhos utilizam para localizar comida ao fornecer-lhes uma imagem mental de tudo o que existe ao seu redor. Sabe-se que o sonar é quatro vezes superior aquele utilizado na eliminação de cálculos renais e que pode alterar ou mesmo remover lesões do corpo. onclui-se sem discórdia que ao sermos atingidos por esta energia algo mudará, pois são cento e cinqüenta mil vibrações por segundo. É neste ponto que as opiniões se dividem. Cientístas russos afirmam que o sonar dos golfinhos tem respostas curativas e que tiveram sucesso no tratamento de pessoas com cancro.
Outros especialistas rejeitam que os sons emitidos pelos golfinhos sejam benéficos para a saúde humana. Fundamentam-se na atividade social dos golfinhos, que evitam emitir esses sons na direção do corpo dos outros golfinhos. Supõe-se que seja uma regra de boas maneiras, principalmente quando esses sons têm intensidade elevada.
